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Perspectivas de governança 2026: a execução como ativo estratégico

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À medida que iniciamos o ciclo fiscal de 2026, a agenda do C-level e das lideranças executivas converge para um ponto único: a viabilidade da execução. Este movimento sinaliza uma mudança de paradigma. O valor de mercado em 2026 não será extraído da experimentação isolada, mas da capacidade de industrializar a inovação em escala.

A fragmentação da IA: do experimental ao industrial

Embora 76% dos diretores integrem a IA em suas teses de crescimento, a realidade organizacional revela um "descompasso de maturidade". Muitas companhias encontram-se presas em silos de experimentação, onde ganhos marginais de eficiência não se traduzem em impacto no balanço financeiro.

O desafio central para 2026 não é a disponibilidade da tecnologia, mas a agilidade organizacional e a convergência de dados. Para organizações de alta performance a mitigação deste risco ocorre através da integração profunda entre infraestrutura de nuvem (Google Cloud) e camadas de inteligência de cliente (Salesforce).

Três pilares para a reinvenção total

Para atender às exigências de um board que agora demanda atualizações em tempo real e métricas estruturadas de crescimento, o caminho será utilizar uma abordagem centrada na execução:

  1. Governança de IA e métricas de valor: o fim dos "projetos de estimação". A execução em 2026 exige critérios objetivos para escalar ou descontinuar iniciativas, ancorados em KPIs que impactem diretamente o crescimento orgânico e a eficiência operacional;
  2. Sincronização de ecossistemas: a fragmentação entre sistemas legados e novas camadas de IA Generativa é o principal gargalo de agilidade. A integração estratégica elimina a latência decisória, permitindo que a estratégia se ajuste continuamente às oscilações econômicas;
  3. Resiliência do capital humano: a Gestão de Mudanças deixa de ser suporte para se tornar infraestrutura crítica. A sucessão e o upskilling devem estar alinhados à visão tecnológica para evitar a obsolescência do pipeline de liderança.

Em 2026, a governança atua como um motor ativo. Boards que aprofundam a supervisão sobre métricas de execução e capacidades tecnológicas serão os únicos capazes de atravessar a instabilidade econômica prevista para o ano.

A sua estratégia de 2026 possui os mecanismos de execução necessários para sustentar o valor de longo prazo?


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