A STOG começou a incorporar inteligência artificial à rotina de trabalho de suas equipes com apoio da Gentrop.
O projeto envolveu capacitação dos colaboradores e aplicação da tecnologia em atividades reais da empresa, com foco em usos que pudessem simplificar tarefas e reduzir o tempo gasto em alguns processos.
Em um dos exemplos apresentados pela equipe, uma atividade de análise que antes levava dias passou a ser concluída em menos de meio período com apoio da inteligência artificial.
O case mostra como a STOG conduziu esse processo, de que forma a equipe passou a usar IA no trabalho e quais mudanças já foram percebidas na rotina.
Confira o case completo
A STOG atua há sete anos no setor de construção civil, com foco em construções prediais. Nesse período, a empresa já entregou 18 obras e mantém outras 23 em diferentes fases, da fundação ao acabamento.
Com equipes envolvidas em rotinas técnicas e operacionais distintas, a adoção de inteligência artificial encontrou uma barreira que ia além do conhecimento sobre as ferramentas.
No início, havia receio em relação ao uso da tecnologia. Alguns colaboradores evitavam dizer que tinham recorrido à IA em uma atividade, e também existia a percepção de que novas ferramentas poderiam tornar os processos mais burocráticos.
Essa resistência tinha relação com a própria dinâmica do setor. Parte das equipes não passa o dia inteiro diante do computador, e a tecnologia precisava fazer sentido também para rotinas mais práticas.
A mudança começou à medida que os colaboradores passaram a enxergar a IA como apoio para simplificar tarefas, otimizar processos e reduzir o tempo dedicado a atividades mais analíticas.
Esse tipo de barreira faz parte de um desafio mais amplo de gestão de mudança para IA, em que disponibilizar a tecnologia é apenas uma etapa e a adoção depende também de comunicação, capacitação e acompanhamento.
A Gentrop apoiou a STOG na capacitação das equipes e na aproximação dos colaboradores com novas possibilidades de uso da inteligência artificial.
Segundo a empresa, o diferencial da parceria esteve também na forma de condução. O suporte envolveu escuta das necessidades da STOG, referências, orientações e uma relação próxima com os times ao longo do processo.
Os treinamentos tiveram um papel importante nessa mudança de percepção. A equipe da STOG descreve essa etapa como um “grande divisor de águas”, porque ajudou os colaboradores a enxergar outras formas de utilizar a inteligência artificial no trabalho.
A continuidade do aprendizado também passou a fazer parte desse processo. Além de novos treinamentos, a STOG utiliza o Genguide como recurso para que os colaboradores possam seguir estudando e ampliando o conhecimento sobre as ferramentas.
A mudança mais visível apareceu na forma como as equipes passaram a usar a inteligência artificial no trabalho.
Segundo a STOG, atividades muito analíticas que antes consumiam dias passaram a ser concluídas em menos de meio período. Ao mesmo tempo, os colaboradores começaram a se apropriar mais das ferramentas e a encontrar novas formas de aplicá-las na rotina.
A empresa também percebeu uma mudança de comportamento. No início, havia receio em relação ao uso de IA e até desconforto em dizer que determinado trabalho havia sido feito com apoio da tecnologia. Com o tempo, essa percepção começou a mudar.
Os treinamentos tiveram papel importante nesse processo. Para a equipe da STOG, a parceria com a Gentrop foi um “grande divisor de águas”, porque ajudou os colaboradores a enxergar outras possibilidades de uso da inteligência artificial.
A intenção agora é manter esse movimento. A STOG pretende continuar com os treinamentos e também utiliza o Genguide como recurso para que as pessoas possam seguir estudando e aprofundando o conhecimento sobre as ferramentas.
O caso da STOG mostra que a adoção de inteligência artificial não depende apenas de disponibilizar uma ferramenta.
Em um setor com rotinas técnicas e operacionais muito diferentes entre si, a mudança começou quando as pessoas passaram a entender onde a IA poderia ajudar de forma concreta.
O treinamento teve um papel importante nesse processo porque abriu espaço para experimentação e ajudou a reduzir o receio inicial em relação ao uso da tecnologia.
Também ficou claro que a continuidade importa. A STOG não tratou a capacitação como uma ação isolada. A intenção é seguir com novos treinamentos e manter recursos de aprendizado disponíveis para que os colaboradores continuem avançando no uso das ferramentas.
Esse é também um dos desafios da adoção de IA em escala: transformar experiências que funcionam para algumas pessoas em formas de trabalho que possam ser repetidas, desenvolvidas e acompanhadas pela empresa.
Na prática, a experiência da STOG aponta para três fatores importantes: repertório, aplicação em tarefas reais e espaço para aprendizado contínuo.
A Gentrop ajuda empresas a capacitar pessoas, ampliar o uso das ferramentas e incorporar IA à rotina de trabalho.
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